A meu ver a qualidade da educação está relacionada com o bem estar da sociedade, pois a educação não é uma ilha isolada do resto da sociedade, ou seja, trata-se de encontram um novo paradigma de vida, de vida sustentável que possa renovar nossos sistemas de ensino. Qualidade significa melhorar a vida das pessoas, na educação a qualidade está ligada diretamente ao bem viver de todas as nossas comunidades, a partir da comunidade escolar. A qualidade na educação não pode ser boa se a qualidade do professor, do aluno, da comunidade é ruim. Não podemos separar a qualidade da educação da qualidade como um todo.
Alguns conceitos são necessários para que se mude esse quadro tão preocupante, conceitos como a capacitação de todos os professores, todas as escolas precisam a construção de projetos institucionais pelas escolas. Na verdade, as boas escolas já dispõem de professores capacitados, em sua maioria, havendo a necessidade tópica de uma capacitação eventual, além da necessidade natural de uma formação continuada.
A relação entre escola e a família é outro fator relevante na questão da qualidade, pois faz a maior diferença nos resultados da educação nas escolas é a proximidade dos pais no esforço diário dos professores. Infelizmente, são poucas as escolas que podem se orgulhar de ter uma aproximação maior com os pais, ou de realizarem algumas ações neste sentido. Entretanto, estas ações concretas, visando atrair os pais para a escola, podem ser uma ótima saída para formar melhor os alunos dentro dos padrões de estudos esperados e no sentido da cidadania.
Atualmente, os pais devem estar cada vez mais atentos aos filhos, ao que eles falam, o que eles fazem, as suas atitudes e comportamentos. E, apesar de ser difícil, a escola também precisa estar atenta. Eles se comunicam conosco de várias formas: através de sua ausência, de sua rebeldia, seu afastamento, recolhimento, choro, silêncio.
Outras vezes, grito, zanga por pouca coisa, fugas, notas baixas na escola, mudanças na maneira de se vestir, nos gestos e atitudes, os pais devem perceber os filhos. Muitas vezes, através do comportamento, estão querendo dizer alguma coisa aos pais e estes, na correria do dia-a-dia, nem prestam atenção àqueles pequenos detalhes. A necessidade de se construir uma relação entre escola e família, deve ser para planejar, estabelecer compromissos e acordos mínimos para que o educando/filho tenha uma educação com qualidade tanto em casa quanto na escola.
Ana Cecília F Reis
A educação, em geral, tem por necessidade básica o interesse pela pesquisa e, principalmente, a colocação em prática, para que exista realmente uma educação de qualidade onde todos, sem exceção, tenham acesso a ela.
Para que isso realmente aconteça todos os profissionais e pessoas envolvidas devem sempre se atualizar, pois, sendo assim, a educação inclusiva e a educação especial será uma só educação onde os portadores de necessidades educativas especiais terão seus direitos respeitados.
A teoria do caos é conceituada como um campo avançado e moderno da matemática que está cada vez mais se difundindo. Ela se dedica às análises de sistemas dinâmicos não-lineares cujo comportamento é fundamentalmente aleatório e imprevisível. A matemática do caos utiliza-se dos estudos qualitativos para investigar, através de modelos matemáticos, os fenômenos naturais que surgem no universo. Os conjuntos de eventos encadeados e aparentemente simples podem, em longo prazo, vir a ser imprevisíveis. A incapacidade humana em compreender com profundidade as várias situações do mundo real como: os sistemas aperiódicos, característicos da natureza (variações na bolsa de valores, fenômenos de turbulências, mudanças meteorológicas, crescimento de pragas, evolução populacional, etc.) é o que leva julgar que existe desordem dentro do domínio do caos. Se analisarmos a educação pública brasileira pela concepção do Caos, poderemos compreender eventos e chegar à ordem universal que o Caos propõe; pois a intenção de estudar esta teoria é para compreendermos melhor a natureza desses casos nas mudanças, e possibilitar nossa intervenção em momentos adequados.
Sendo assim, vamos juntos estudar para sermos ótimos educadores e tentar focar nossa visão filosófica nas mudanças da educação brasileira.
Clesiane Dias R Vieira
Só educando é que teremos jovens e adultos, construtores de sua cidadania e sua participação ativa na vida económica, política e social do país.
A situação educacional brasileira é caraterizada de graves problemas, partindo do insucesso escolar, do crescimento do analfabetismo que é fruto da evasão escolar e outros fatores, das condições precárias em que apresentam as salas de aulas, devido ao elevado número de alunos em relação ao rácio desejável, do descontentamento dos profissionais do setor, fruto de baixos salários que auferem, do desinteresse dos próprios alunos como resultado da escassez de emprego para muitos técnicos médios e superiores.
Brasil precisa de um patamar educacional que equilibre a equidade, onde a igualdade de oportunidades da educação deve ser proporcionada à todos os cidadãos.
Os dados mostram que o sintoma mais grave acentua-se nas altas taxas de repetência, e a evasão escolar na educação básica e média, pois que os dados globais sobre a escolarização da população em geral apresentam um quadro bastante negativo que reflete a uma população bastante elevada das cinco regiões do Brasil, que não tenha acesso à escola.
Ainda, dados que preocupam o sistema educacional brasileiro, tem haver com o elevado número de crianças dos 6-14 anos, registado na estatística de alunos fora do sistema de ensino, sendo esta uma operação que repercute negativamente no setor, testemunhando assim a futura permanência do analfabetismo no país.
Que as Instâncias do poder político e responsáveis pela educação no Brasil implementem energias que visam inverter o quadro, com vista a superar a triste situação educacional, que padece de graves problemas.
José Muhangueno
Grande foi a luta dos diversos educadores pela democratização e qualificação do ensino no Brasil e podemos ver os resultados aflorando cada vez mais no ensino brasileiro.
Criou-se certa distorção de conceitos considerando que as escolas particulares seriam mais eficientes que as públicas, mas nem sempre o que é pago tem qualidade e podemos verificar que o desempenho escolar não está ligado a este fator. O País ainda hoje tem inúmeras deficiências no campo educacional como alto índice de evasão, alto índice de analfabetismo, deficiências profissionais dos educadores e outras. Se buscarmos as causas não vamos chegar a um consenso, mas nós como educadores sabemos exatamente qual o nosso papel e responsabilidades com a formação de pessoas.
Apesar de vermos tantas falhas no sistema educacional já podemos observar programas governamentais que procuram reduzir os índices e melhorar a qualidade, vemos organizações que investem em projetos ajudando a reduzir índices de evasão e podemos também verificar vários educadores comprometidos profissionalmente e engajados na luta para a formação dos cidadãos criando condições para que os alunos compreendam seu grau de conhecimento e contribuam para seu próprio aprendizado.
Lílian Cael M Mello









